Não vou contar todos os detalhes de tudo. Vai ficar chato pra cacete e ningúem vai agüentar ler, nem a tia Lola (obrigado pelas visitas ao blog!!!).
O primeiro dia foi meio tosco. Eu e a Gabi parecíamos duas baratas tontas, sem saber pra onde ir. Essa foto é no centro de Madri, eu acho.
Eu só lembrava do professor Paulo Paixão dizendo para “tirar o avião do corpo” e pensava em resistir até o anoitecer para dormir e entrar logo no fuso horário. Só que não anoitece nunca. Nunca é exagero, claro. Às 22h, mais ou menos, escurece. A Gabi ainda está em estado de choque por isso. Volta ao assunto diariamente. Todo dia ela olha para o céu e fica analisando o pôr-do-sol, conferindo o horário no meu relógio de pulso.
Resumindo: acordamos no meio da madrugada, ficamos umas duas horas acordados e perdemos o horário no dia seguinte.

Escrito por Gabriel
Escrito por Gabi