Junho 7, 2008
Para não se perder em uma viagem, é muito simples: basta acompanhar atentamente os movimentos da Gabriela P. Seben. Se ela vira para a direita, o destino é à esquerda. E vice-versa. Não tem erro. Sou a prova viva de que funciona, em qualquer cidade, país ou continente. Sempre.
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Ganhei uma torradeira linda. Será um ano de muitas torradas lá em casa!
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Cancelei o hotel em Berlim e consegui outro aqui pertinho em Paris. Vai dar tempo de andar de montanha-russa. Sim, tô ficando velho, mas sigo abobado.
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Na França | Etiquetado: croque monsieur, gps, hotel, montanha-russa, Paris, sacada genial da gabi, torradeira |
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Escrito por Gabriel
Maio 27, 2008
Ouvi, li e observei muitas coisas nos últimos dias. Nem todas eram verdade. Vamos a elas:
Lendas
- Na Provence, chove, no máximo, uns 50 dias do ano. Duvido. Ou faltam 48, então.
- Os franceses são grosseiros, arrogantes, xenófobos e não falam inglês. Até agora, não foi o que vimos. Todos dizem que não sabem falar inglês. Mas é só insistir um pouco que eles desembucham. Pô, sem falar no seu Elias, aqui do hotel, que destrancou o cadeado da minha mala e ainda nos conseguiu talheres e um saca-rolhas!
- Franceses não tomam banho. Estou com o nariz entupido e dor de garganta há quase uma semana. O visual deles, pelo menos, não entrega. Não posso comprovar, mas, se tomam, é bem matado. Nos dois hotéis que ficamos aqui, era apenas uma duchinha sem-vergonha no quarto.
- O trânsito francês é organizado. Fala sério. Rodar aqui em Aix-En-Provence é tri complicado. A cada esquina tem uma rotatória como a da Nilo. Amanhã eu descobrirei como são as estradas.
- A França tem o melhor futebol do mundo. Arrã. Mas até vou torcer pra eles na Eurocopa.
Verdades
- A Gabi ensinou o padre Adelir a operar o GPS.
- Além de não saber diferenciar esquerda e direita, a Gabi se atrapalha com subir e descer e empurrar e puxar. Juro.
- A comida francesa é palhaçada. Desde o pain au chocolat (a tradicional empadinha de mortandela com azeitona e ovo cozido francês) ao tiramisu (aquela sobremesa típica da Lituânia). Qualquer birosca tem um rango fantástico. A amostragem foi pequena até agora, mas vamos nos dar tri bem aqui. Ou tivemos sorte de principiante.
- Dá para pedir sem medo o vinho da casa (ou seja lá como eles chamam aqui) nos restaurantes. Na Espanha, a gente se deu mal ao escolher um genérico. Aqui, é sempre bão.
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Prometi antes uma foto minha com as ostras, né? Ok. Mas a cara de assustado era pq eu ainda não tinha provado o prato. Se eu soubesse do que se tratava, jamais teria pedido. Mas, no fim, virei fã.

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Na França | Etiquetado: aix-en-provence, alle le bleus, gabi, gps, lendas, ostras, padre adelir, verdades |
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Escrito por Gabriel