Este post deveria ser escrito pela Gabi, mas ela é muito preguiçosa e desistiu do blog. Vou tocar em um assunto bastante sensível a ela: Gaudí. Sim, o gênio da arquitetura, o supermestre das construções cheias de curvas e inspiradas e em detalhes de bichinhos e coisinhas da natureza. Ele tá em todas, é o responsável pelos principais cartões postais da cidade, é fodidão, todo mundo baba o ovo dele (merecidamente) e tal. Ok.
Mas o que eu aprendi com a Gabi é o seguinte: ele era um crente, morou no Parc Güell e na Sagrada Família e morreu atropelado por um bonde. O resto é bobagem.
Talvez eu pensasse diferente e soubesse mais se tivesse feito como todos os turistas do mundo, que pegam o tal do audioguide, um walkman (ou MP3 para os mais novos…) com informações sobre a vida e a obra do cara na entrada de La Pedrera.
O fato é que eu não me dei conta que era de graça. Achei que precisaria pagar pela geringonça. Era começo de viagem, ainda me preocupava com o preço das coisas e fomos sem o guia. Mesmo assim, deu pra sacar um monte de coisas legais. Foi um baita passeio. Pena que o tempo nublado não ajudou muito na hora de tirar as fotos.
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A Sagrada Família mereceria um site inteiro à parte. O lugar é muito louco, cheio de detalhes.
Eu e a Gabi ficamos em estado de choque por um tempinho até assimilarmos o que víamos ali na nossa frente.
De onde o cara tirou que precisava ter uma vaquinha ali, uma frutinha aqui, etc? Muita maconha. Só pode.






De qualquer forma, faltou ele cruzar com a Dilma e o PAC no caminho pra terminar a obra. Eu acho que a igreja não vai ficar pronta nunca. Nem precisa.
E o Parc Güell é lindo, mas no DVD do Nego Deja tinha mais sol e menos turistas. Tirar foto com o lagartão da entrada sem figurantes indesejados leva tempo.








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